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João Fonseca faz história e avança à terceira rodada de Roland Garros após vitória sobre Herbert

João Fonseca faz história e avança à terceira rodada de Roland Garros após vitória sobre Herbert
Por marcus williford 31 mai 2025

João Fonseca supera Herbert e faz história em Paris

O Rio de Janeiro não parou na manhã em que João Fonseca, aos 18 anos, cravou seu nome entre os brasileiros com vitórias em chaves principais de Roland Garros. Em um duelo eletrizante diante do francês Pierre-Hugues Herbert, veterano e especialista em duplas, Fonseca mostrou maturidade além da idade para dominar os momentos decisivos. Foram 2 horas e 54 minutos de tensão e aplausos ao redor da abarrotada quadra 7. O placar de 7-6, 7-6, 6-4 não só carimbou a inédita vitória para o jovem como transmitiu uma mensagem de confiança para o futuro do tênis nacional.

O que mais chamou atenção foi a capacidade do brasileiro de suportar a pressão da torcida adversária, ainda mais diante do anfitrião. Herbert começou forte, buscando atacar o segundo saque de Fonseca, mas o brasileiro conseguiu ajustar rápido seu jogo, matando rallies com o backhand potente e respondendo com aces nos momentos críticos. Nos dois sets iniciais, demonstrou frieza até nos tie-breaks, levando a melhor com coragem nos pontos cruciais. No terceiro set, conquistou a quebra logo ao sentir o clima favorável do público se inverter, dominando do início ao fim.

Comparações com Kuerten e expectativa para o duelo com Draper

Não demorou para as redes sociais e mesas redondas levantarem comparações entre Fonseca e o lendário Gustavo Kuerten. Os dois, afinal, são símbolos de esperança para o tênis brasileiro em solo francês. João não esconde a inspiração, mas ressalta que sua carreira começa a trilhar um caminho próprio, já cativando observadores internacionais e tornando-se assunto fora do Brasil. Ninguém ignorou o jeito vibrante – e até provocador – de celebrar cada ponto importante, conectando-se com quem estava nas arquibancadas, lembrando a tão falada mística brasileira em Roland Garros desde os tempos de Guga.

Agora, a terceira rodada reserva desafios ainda maiores. O adversário será o britânico Jack Draper, número um de seu país e já colecionador de partidas duríssimas no circuito. Para Fonseca, a missão é clara: manter o equilíbrio emocional, explorar as variações de saque e repetir a ousadia dos primeiros jogos. Uma vitória pode significar mais do que um avanço de fase – pode dar ao Brasil uma nova referência no Grand Slam do saibro, sentimento que não se vivia desde o início dos anos 2000. Nos bastidores, a equipe de Fonseca trabalha para blindar o atleta diante das novas expectativas e curiosidade do público mundial.

O apelo popular em Paris cresce. Se antes Fonseca era novidade para muitos europeus, a cada jogo conquista fãs com suas celebrações, carisma e estilo agressivo. Para o tênis brasileiro, a campanha já representa um respiro e um convite para acreditar de novo em grandes feitos. O último brasileiro a causar esse tipo de euforia em Roland Garros usava tiara e sonhava alto – agora, o tênis nacional vê surgir uma nova aposta, com toda a pressão e entusiasmo que o momento pede.

Tags: João Fonseca Roland Garros tenis brasileiro Gustavo Kuerten
  • maio 31, 2025
  • marcus williford
  • 8 Comentários
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RESPOSTAS

Ricardo Soares
  • Ricardo Soares
  • junho 2, 2025 AT 14:21

MEU DEUS, QUE JOGO!!! 🤯💥 O João tá com o pé na bola e a cabeça no lugar, tipo Guga mas com mais energia de TikTok! Esse backhand dele é tipo um raio com samba, e os tie-breaks? Nada de nervos, só frio e garra! 🇧🇷🔥

Marcos Roberto da Silva
  • Marcos Roberto da Silva
  • junho 4, 2025 AT 12:57

Analisando o padrão de jogo, há uma clara otimização da eficiência energética em situações de alta pressão psicofisiológica, especialmente nos pontos de desempate. A transição de defesa para ataque, mediada por uma variação de spin e velocidade no saque de segunda, demonstra uma adaptação tática de alto nível para um atleta de 18 anos. Isso sugere que o treinamento de neurocognição esportiva está sendo aplicado de forma sistemática, o que é raro no contexto brasileiro. Ainda mais impressionante é a capacidade de reconfiguração emocional durante a inversão de clima de torcida - um fenômeno de resiliência psicológica que se alinha aos modelos de coping de Lazarus & Folkman. Parabéns à equipe técnica por essa estruturação.

@pai.tri.fellipebarros Barros
  • @pai.tri.fellipebarros Barros
  • junho 5, 2025 AT 23:47

Ah, claro, mais um 'novo Guga' que vai nos enganar como o Bia Haddad e o Thomaz Bellucci. Sério, já viram o saque dele? É mais lento que uma faxina no RJ no verão. E o Draper? Ele vai esmagar esse garoto como se fosse um pãozinho francês. Tudo isso é marketing da Globo e da CBF tentando vender ilusão. O tênis brasileiro é um circo, e esse menino é o palhaço da vez.

marco antonio cutipa
  • marco antonio cutipa
  • junho 6, 2025 AT 12:50

A performance apresentada por João Fonseca, embora tecnicamente impressionante sob a ótica superficial, carece de consistência estatística em longo prazo. Os dados de primeiro saque em pontos decisivos (78% de eficiência) são outliers amostrais, e a pressão psicológica em quadra de saibro europeu não é replicável em condições controladas. A comparação com Kuerten é falaciosa, uma vez que Guga dominava o saibro com uma base técnica incomparável e uma estrutura de treinamento profissionalizada desde a infância. A ausência de dados de análise de movimento e biomecânica impede a validação de qualquer afirmativa otimista. Este é um momento mediático, não histórico.

Eletícia Podolak
  • Eletícia Podolak
  • junho 6, 2025 AT 19:51

aii meu deusssss ele é tao fofinho quando comemora 😭💖 tipo, ele ta tipo 'eu sou o futuro' mas ainda ta com cara de quem tá no colégio e acabou de ganhar na rifa... me deu um aperto no coração, sério, tô torcendo com tudo, mesmo que o mundo todo duvide. ele merece!

Ronaldo Pereira
  • Ronaldo Pereira
  • junho 7, 2025 AT 08:33

e o saque dele é mesmo top? eu to vendo o video 3x e acho que o backhand ta um pouco desalinhado no segundo set... mas o cara é jovem, pode melhorar, né? eu acho q ele vai bater o draper se n se estressar, pq o britanico é bem agressivo...

Pedro Ferreira
  • Pedro Ferreira
  • junho 8, 2025 AT 20:37

Fiquei pensando... o que mais impressiona não é só o jogo dele, mas o fato de ele não se deixar consumir pela expectativa. Muitos jovens no Brasil são empurrados para o sucesso antes de estarem prontos. Ele parece equilibrado, conectado com o que sente, e isso é raro. Não é só talento, é inteligência emocional. Se a equipe dele continuar nesse caminho - sem pressa, sem exageros - ele pode não só vencer partidas, mas transformar o jeito como o Brasil vê o tênis. Não é só um jogador. É um exemplo.

Ricardo Soares
  • Ricardo Soares
  • junho 9, 2025 AT 18:46

eita, @PedroFerreira, tu acertou em cheio 😊 esse equilíbrio dele é tipo um calmante pra todo o caos que a gente vive no Brasil. ele ta aí, brincando com a pressão, e ainda assim tá fazendo história. se ele virar referência, vai ser por ser humano primeiro, e não só por vencer. 🤝❤️

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