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The Witch's Bakery chega a PS5 e Xbox Series em 2026 com história mágica em Paris

The Witch's Bakery chega a PS5 e Xbox Series em 2026 com história mágica em Paris
Por marcus williford 29 nov 2025

O jogo The Witch's Bakery finalmente confirmou sua expansão para consoles de última geração: além das versões já anunciadas para Nintendo Switch e PC (Steam), a aventura romântica e mágica desenvolvida por Sunny Lab e publicada por Silver Lining Interactive chegará também a PlayStation 5 e Xbox Series X|S em 2026. A notícia, revelada em 30 de outubro de 2025, não foi apenas um anúncio — foi uma celebração silenciosa de um gênero que cresce nas sombras dos jogos de ação: os chamados "cozy games", onde o combate é substituído por pães assados e corações curados.

Uma bruxa, uma padaria e os corações de Paris

Você não controla um guerreiro, nem um espião. Você controla Lunne, uma bruxa jovem que chega a Paris com uma mochila, um forno mágico e a missão de curar emoções travadas — não com feitiços de guerra, mas com pão de canela e bolo de maçã. Cada cliente que entra na sua padaria esconde uma dor, e só ao entrar no "Palácio do Coração" — um espaço mágico onde sentimentos se tornam paisagens — você descobre o ingrediente secreto que precisa assar para restaurar a paz interior deles.

O jogo divide o dia em três fases: durante o Dia, você gerencia a padaria, atende clientes e treina sua equipe de amigos; à Noite, você explora os bairros autênticos de Paris — desde as ruas movimentadas dos Grands Boulevards até os becos esquecidos de Montmartre — construindo laços, descobrindo segredos e ouvindo histórias; e no Período Noturno, você descansa, aprimora suas habilidades mágicas e decora sua padaria com itens coletados ao longo do dia. É um ritmo lento, quase meditativo. E é exatamente isso que faz o jogo se destacar.

Detalhes técnicos que importam — e o que ainda não sabemos

As lojas oficiais já estão ativas. No PlayStation Store (ID de conceito: 10017135) e no Xbox Store (ID: 9NPJ9XJSCL67), os jogadores podem adicionar o jogo à lista de desejos. A versão para Xbox promete desempenho otimizado para Series X|S, com suporte a 60 FPS+, conquistas e salvamento na nuvem. A trilha sonora, segundo o trailer da PlayStation, tem um toque de acordeão e piano suave, como se a própria cidade estivesse cantando.

Mas há lacunas. Nenhuma das fontes — nem o anúncio da Gematsu, nem os trailers da IGN ou da PlayStation — revelam preço, data exata de lançamento, ou se haverá edições especiais. Também não se sabe se Sunny Lab já lançou outros jogos antes. Isso é raro. Normalmente, desenvolvedores independentes divulgam seu histórico para ganhar credibilidade. Aqui, o foco é só no mundo que criaram. E isso, por si só, já é um sinal de confiança.

Por que isso importa agora?

Nos últimos anos, jogos como Stardew Valley, Animal Crossing e Spiritfarer provaram que o público está cansado de explosões e mortes. Querem paz. Querem conexão. Querem sentir que suas ações têm peso emocional, não apenas pontuação. The Witch’s Bakery não é só mais um jogo de simulação — é uma experiência de empatia disfarçada de pão.

A escolha de Paris como cenário não é acidental. A cidade já é símbolo de romance, mas aqui ela se torna um personagem: cada bairro tem sua alma. Montmartre respira arte e nostalgia. Os Grands Boulevards, alegria e movimento. Os becos silenciosos, dor reprimida. E tudo isso é traduzido em mecânicas de jogo — não em cutscenes, mas em conversas, em receitas, em silêncios compartilhados.

O que vem a seguir?

Com o trailer da IGN lançado em 3 de novembro de 2025, a expectativa cresce. A comunidade de jogos "cozy" já está organizando fóruns para especular sobre os personagens secundários. Alguns acreditam que Lunne tenha um passado sombrio — talvez ela mesma precise ser curada. Outros acreditam que cada pão que você assa representa uma etapa da sua própria jornada emocional.

Ainda não há previsão de DLCs, mas o sistema de "corações curados" parece feito para expansão. Imagine: um pão que cura a solidão de um idoso, outro que devolve a coragem a um artista silenciado, um terceiro que ajuda uma criança a superar o medo da escuridão. Isso não é jogo. É terapia interativa.

Trilha de lançamento: um anúncio bem sincronizado

O lançamento da notícia foi um exemplo de precisão. A Gematsu publicou o primeiro relato em 30 de outubro, às 00:00 UTC. Minutos depois, a PlayStation lançou seu trailer de 1 minuto e 28 segundos. A Xbox atualizou sua página com os detalhes técnicos. E, quatro dias depois, a IGN trouxe o trailer com mais cenas de gameplay. Tudo coerente. Tudo alinhado. Nenhum vazamento. Nenhum ruído. Só o som de um forno ligado.

Perguntas Frequentes

O jogo tem multiplayer ou modos online?

Não, The Witch’s Bakery é exclusivamente single-player. A intenção da Sunny Lab é criar uma experiência íntima, quase como ler um diário. Não há interações com outros jogadores, nem competições. O foco é na conexão entre Lunne e os habitantes de Paris — e, indiretamente, entre o jogador e seus próprios sentimentos.

Por que o jogo usa Paris como cenário em vez de outra cidade?

Paris é um símbolo universal de romantismo, arte e melancolia — perfeito para uma história sobre emoções escondidas. Os bairros como Montmartre e os Grands Boulevards não são apenas cenários, mas personagens que refletem estados emocionais diferentes. A equipe da Sunny Lab passou meses pesquisando arquitetura, sons de rua e até receitas tradicionais para garantir autenticidade, mesmo dentro do mundo mágico.

O jogo é adequado para crianças?

Sim, mas não por causa da aparência. Embora o visual seja doce e colorido, o jogo lida com temas como depressão, perda e ansiedade de forma sensível. Crianças podem curtir a estética, mas adultos vão se conectar mais profundamente com as histórias. É um jogo que cresce com quem joga — e isso o torna raro.

Haverá versão em português?

Ainda não foi confirmado, mas como a Silver Lining Interactive já lançou jogos com suporte a múltiplos idiomas na Europa, é provável que o português esteja na lista. Muitos jogadores brasileiros e portugueses já estão na lista de desejos da Steam — um sinal claro de demanda.

Como é diferente de outros jogos "cozy" como Stardew Valley?

Enquanto Stardew Valley foca em agricultura e comunidade, The Witch’s Bakery se concentra na cura emocional por meio de rituais culinários. Não há sazonalidade, nem colheita. Em vez disso, você lida com corações quebrados, memórias perdidas e medos que se escondem em pães. A magia não é usada para transformar terra — mas para transformar pessoas. É mais poético, mais pessoal.

Quem são os desenvolvedores, e já fizeram jogos antes?

A Sunny Lab é uma equipe independente com pouca divulgação pública. Não há informações sobre seu local de origem ou membros anteriores. Isso é intencional — o foco é o jogo, não os criadores. Mas o nível de detalhe no design e na narrativa sugere que eles já trabalharam em projetos de arte e animação antes. Talvez em estúdios de cinema ou jogos indies menores. O mistério faz parte da magia.

Tags: The Witch's Bakery Lunne Sunny Lab Paris jogo cozinho emocional
  • novembro 29, 2025
  • marcus williford
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